Junta de Missões Mundiais

Brasil, sexta-feira, 24/05/2013 Página Principal
Busca
Principal arrow Programa Esportivo Missionário arrow Palavra da Coordenação

Palavra da Coordenação

Marcos Grava Vasconcelos, coordenador do PEMEm 1994, quando o Brasil consagrou-se tetracampeão mundial de futebol na Copa do Mundo dos Estados Unidos, a imagem do goleiro Taffarel, um cristão, ajoelhado frente ao cabisbaixo Baggio, budista confesso, logo após ter perdido o primeiro pênalti em toda sua carreira, foi vista por quase metade da população mundial.
O futebol, este fenômeno sócio-cultural mundial, é o único capaz de agrupar milhões de pessoas das mais variadas raízes, políticas, lingüísticas ou religiosas, seja num estádio ou diante de um aparelho de televisão. É, portanto, uma linguagem universal por excelência. A história de sua difusão geográfica, bem como sua prática e audiência mundial, fazem dele o esporte mais praticado e assistido no planeta.

Para compreender melhor o papel estratégico do futebol no campo missionário é preciso entendermos a importância do processo de identificação do obreiro cristão com o nacional, antes que qualquer mensagem seja compartilhada ou pregada. Sem esta identificação, o mensageiro não passará de alguém com “idéias estrangeiras” e na maioria das vezes desinteressante. Porém, quando algo em comum aproxima missionário e moradores locais a mensagem se torna atraente e relevante, criando vínculos que poderão se estender por muito tempo.

É por este motivo que a Junta de Missões Mundiais tem utilizado o esporte, e de uma maneira mais particular o futebol, como um precioso instrumento de aproximação com os nacionais. Para que isto ocorra, algumas razões justificam sua utilização: a primeira delas porque é bíblico, visto que o próprio apóstolo Paulo sempre desejou ser culturalmente relevante pela causa de Cristo, mostrando estar disposto a usar os meios mais efetivos e produtivos para pregar o evangelho.

César Sampaio, na Copa de 1998 na França, repete o gesto de Taffarel ao comemorar seu gol.A segunda razão é estratégica, ou seja, por se tratar de uma linguagem universal o futebol é algo comum a todos os países e a todas as culturas. Quando um atleta brasileiro se ajoelha após marcar um gol, e sua camiseta e gestos retratam uma mensagem cristã, milhões de torcedores em todo o mundo são atingidos por esta mensagem. Este pré-evangelismo abre imensas portas para que um obreiro cristão, sobretudo em países mais resistentes ao Evangelho, possa iniciar um diálogo e apresentar aos fãs de futebol as razões daquele gesto e testemunho.

Eu mesmo vivi esta realidade em minha última viagem missionária, das 6 que realizei à China. Em 2002 cheguei ao “Gigante Comunista” um mês após o final da Copa do Mundo do Japão e Coréia do Sul, quando o Brasil se tornou pela quinta vez campeão mundial. A imagem que marcou aquela Copa foi a dos três jogadores cristãos de nossa seleção ajoelhados ao final do jogo, o que se estendeu para toda a equipe minutos depois. Com este “auxílio” de nossa seleção, meu projeto missionário e testemunho se tornaram mais atraentes àquela comunidade não-alcançada, encravada nas montanhas chinesas.

“Pois, sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos para ganhar o maior número possível: fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.” (1Co 9.19-22)

Marcos Grava, Coordenador do Programa Esportivo Missionário da JMM
Publicações
Links

Contribua Banco Bradesco
Ag 1125-8 cc 59000-2

Central do adotante
0800 709 1900
Galeria de fotos
JMM no seu site
» Download banners
Adicione nossos feeds no seu leitor de RSS Feeds

Saiba mais sobre:

» Missões
» Proclamai
» Radical

O que é RSS?

Junta de Missões Mundiais da Convenção Batista Brasileira.
Todos os direitos reservados.
Produzido pelo Estúdio Eureca