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Dia da África
Neste 25 de maio, o mundo celebra o Dia da África. A data simboliza a luta de todo um continente por
independência e a batalha de seu povo por progresso, em meio a muitas dificuldades.
Passados 49 anos desde sua criação, em Adis-Abeba, Etiópia, pela Organização de Unidade Africana (OUA), o dia tem um profundo significado na memória coletiva dos povos do continente africano. O ato da assinatura configurou-se no maior compromisso político de seus líderes, que visaram a aceleração do fim da colonização do continente e do regime segregacionista do apartheid.
Instituído em carta assinada por 32 Estados africanos, o Dia da África é a manifestação do desejo de aproximadamente 800 milhões de africanos de organizar, de maneira solidária, os múltiplos desafios na construção do futuro de uma África real, com seus governos e sonhos, além de desenvolvimento, democracia e progresso.
Com cerca de 30.000.000 km² a África é o terceiro maior continente (atrás da Ásia e da América). Lá vive a maior população mundial (atrás apenas da Ásia). Mas é na África também que estão pelo menos 21 dos 30 países mais pobres do mundo.
O continente abriga uma diversidade de grupos étnicos. A maioria segue o islamismo, principalmente no norte. As religiões tradicionais estão centradas no animismo, seguido pela maioria negra. O cristianismo está presente em uma pequena parcela, levado por missionários.
Missões Mundiais está desde 1971 na África, seu quarto campo missionário, após Portugal, Bolívia e Paraguai. Naquele ano, a missionária Valnice Milhomens Coelho, chegou a Moçambique em 25 de janeiro, na então capital do país Lourenço Marques, hoje Maputo.
Após 41 anos de intenso trabalho que envolve orações, recursos financeiros e dedicação de vidas, a obra missionária na África registra grandes avanços. Hoje são 63 missionários efetivos, 34 locais e 18 Voluntários sem Fronteiras no continente. Eles falam do amor de Deus, o qual vivem por meio de projetos que levam às comunidades serviços nas áreas de saúde, educação, esportes, entre outras.
A ação missionária dos batistas brasileiros na África é coordenada pelos pastores Mayrinkellison Wanderley e Ruy de Oliveira. Eles enfatizam que o estreitamento das relações com lideranças locais têm melhorado o diálogo entre as Convenções nacionais, colaborando para a conquista da África para Cristo em mais cinco novos campos: Togo, Chade, República Centro-Africana, Serra Leoa e Camarões.
Investindo em projetos, Missões Mundiais chega a muitas comunidades animistas e muçulmanas. Enquanto ajudam a melhorar a qualidade de vida dos africanos, os missionários falam de Cristo, a paz que liberta.
Com a permissão de Deus e o apoio dos crentes brasileiros, Missões Mundiais espera chegar, em breve, a outras regiões da África. Há possibilidades concretas de abertura de novos campos no Gabão, Benin, Ruanda, Burindi e Zâmbia. A África concentra grande parte dos 3.000 povos que precisam ser alcançados pela paz que liberta.

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