Junta de Missões Mundiais

Brasil, sexta-feira, 24/10/2014 Página Principal
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Parceria para alcançar os povos

Nos meses de julho e agosto a representante da Convenção Batista Mexicana, Maricela Barranco, esteve na sede Missões Mundiais fazendo um estágio para conhecer o trabalho que os batistas brasileiros realizam na área de evangelização mundial. Nesta entrevista ela conta como foi essa experiência e mostra os planos da CBM para alcançar povos além das fronteiras mexicanas.

Jornal de Missões – Qual a razão da sua vinda ao Brasil?

Maricela Barranco – Eu vim para o Brasil para conhecer o trabalho da Junta de Missões Mundiais. Sou missionária e membro da Igreja Batista Deus Forte na cidade de Carmen, Estado de Tlaxcala, onde eu e minha irmã estamos organizando três igrejas. Há oito anos colaboro com a Convenção Batista Mexicana. Durante seis anos trabalhei como diretora, em tempo integral, no Ministério Universitário em Puebla e também como diretora nacional. Desde o ano passado trabalho na estruturação da agência missionária da CBM, que se chama “Senda Para os Povos”.

JM – Como é feito o trabalho missionário em seu país?
Maricela Barranco – O trabalho dos batistas mexicanos, basicamente, enfoca Missões Nacionais e Educação Teológica. A obra missionária nacional e mundial é feita através de suas Juntas. O trabalho nacional tem três aspectos. Primeiro, o trabalho transcultural entre indígenas, que atualmente está em 12 campos, com 70 igrejas, sendo que 47 estão sendo ainda implantadas. Há também, nessas igrejas, a capacitação de cerca de 80 obreiros da terra. Em segundo lugar, destaco a plantação de igrejas nas zonas urbanas. Desde 2004 até agora 22 projetos de plantação de igrejas foram iniciados resultando em 225 novas igrejas. Neste ano começarão mais 11 novos projetos de plantação de igrejas. O terceiro aspecto é o campo missionário universitário. O México concentra 1/4 das universidades de toda a América Latina. O ministério estudantil está presente em 25 cidades capitais. Neste ano serão implementados 32 projetos de implantação de igrejas universitárias e 48 projetos missionários de curto prazo.

JM – Quais são as dificuldades enfrentadas no trabalho que realizam?
Maricela Barranco – Devido ao grande investimento missionário em nível nacional, a obra missionária mundial tem sofrido muito. Além disso, não temos ainda estrutura para promover e ajudar a igreja no envio de missionários. É por isso que a Convenção criou a agência missionária “Senda Para os Povos”, que encarrega de fazer a obra missionária mundial.



JM – Quantos missionários tem a CBM, em que países estão atuando e como são sustentados?

Maricela Barranco – Atualmente temos sete obreiros que estão no Marrocos, na China, no Iêmen e na Rússia. Eles são mantidos através de suas igrejas e pela “Senda Para os Povos”. Algo positivo, que gostaria de enfatizar, é a contextualização dos trabalhos missionários em cada campo onde estamos presentes.

JM – Quantas igrejas estão filiadas à Convenção Batista Mexicana?
Maricela Barranco – A CBM formada por 1.500 igrejas. maioria delas são pequenas igrejas, média com 40 a 60 membros. Menos de 10 % são igrejas consideradas grandes, que passam de membros, sendo que a maior delas tem cerca de 5 mil membros.

JM – E na área teológica, os trabalhos que você destaca na CBM?
Maricela Barranco – Temos escolas móveis de capacitação transcultual com quase 40 que alcançam cerca de 30 missionárias indígenas. O dura dois anos com períodos aulas teóricas e obra prática como professores, missionários larga experiência nos campos.

JM – Como você definiria trabalho da Junta de Missões Mundiais e o que destacaria da atuação da JMM no trabalho de servir as igrejas da CBB na realização da obra missionária mundial?
Maricela Barranco – Vejo que é um trabalho altamente especializado, fruto de muitos anos de experiência e perseverança. Um trabalho que serve como referência para outros países. Pude perceber o desejo de melhorar cada vez mais. A JMM busca reconhecer as necessidades dos povos e persevera no trabalho para fazê-lo cada vez melhor para o Senhor. E são muitas coisas que vocês desenvolvem, mas gostaria de resumir em três grandes aspectos: primeiro, como é otimizado o recrutamento, a seleção e o envio dos missionários. Segundo, destaco a ênfase que vocês dão ao trabalho de Missões com os jovens e à maneira como a JMM os capacita com ferramentas práticas para entrarem nos campos missionários. E, em terceiro lugar, destaco a importância e as estratégias da promoção e capacitação de recursos para os projetos que desenvolvem nos mais diversos campos.
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